21/09/2019 às 14h24min - Atualizada em 21/09/2019 às 14h24min

Espaços públicos, apropriação e conscientização

"O ato de cuidar só é despertado quando é desenvolvido um sentimento de pertencimento: é meu, vou cuidar".

Andrea Souza
Quando falamos em espaço público, logo imaginamos aquela pracinha perto de casa, o parquinho do bairro, o coreto palco de manifestações culturais, pontos turísticos, e tantos outros cenários que fazem ou fizeram parte do contexto da nossa história. Estes espaços, tem por sua finalidade marcar os fatos acontecidos ali ou apenas proporcionar um ponto de encontro agradável, são administrados pelo governo municipal, também como avenidas, canteiros e monumentos, e pertecem á cidade, ou seja, á população, a qual convido para uma reflexão: Realmente nos apropriamos destes bens públicos? Apropriar-se no sentido etmológico é tomar para si, portanto ao tomarmos para nós estes espaços , é necessário adequar esses locais para seu melhor aproveitamento, e isto não cabe apenas ao administrador, cujo papel de conservar estes locais é dividido conosco. Desde a educação infantil, é relevante a criação de projetos para conscientizar a população, principalmente crianças e jovens, para a construção do valor de cidadania, definindo as ações de um sujeito conhecedor e praticante dos seus deveres e direitos, a ação de usufruir e cuidar. O ato de cuidar só é despertado quando é desenvolvido um sentimento de pertencimento: é meu, vou cuidar. A escola e o poder público, tem meios para trabalhar essas questões ; Acredito que a geração que futuramente serão os cidadãos atuantes nas cidades, tem uma disposição maior de informações, e uma ausência de maus hábitos que facilitam a construção de valores éticos , acredito que através da mediação dos educadores principalmente, eles demonstrarão um esforço maior do que esta geração atual e a anterior, menos indiferença a diversas questões , como com a preservação do meio ambiente e o respeito pelos bens comuns.
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